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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Alerta para o consumo de álcool pelos jovens no carnaval!


A proximidade do carnaval traz uma situação de risco que se repete ano a ano: o consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes, especialmente nos bailes e festas de rua. Alguns jovens, estimulados por colegas, têm nesse período o primeiro contato com o álcool.
Essa primeira experiência pode ser a porta de entrada para um hábito extremamente nocivo que causa dependência, com graves conseqüências para a saúde. O alerta é do médico Maurício de Souza Lima, especialista em adolescentes (herbiatra) do Hospital das Clínicas de São Paulo, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde. Situação alarmante – O médico menciona levantamento do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, segundo o qual 48,3% dos adolescentes entre 12 e 17 anos já beberam alguma vez. Desses, 14,8% bebem regularmente e 6,7% são dependentes do álcool.
Essa situação alarmante é agravada pela facilidade de acesso às bebidas alcoólicas entre os jovens brasileiros.
O uso freqüente do álcool na adolescência produz danos ao cérebro, prejudicando a memória e a aprendizagem, além de favorecer o desenvolvimento de problemas familiares, como a violência, e de uma vida sexual promíscua”, afirma o médico do HC.
Quanto mais cedo uma criança ou adolescente tiver contato com o álcool, mais chance terá de se tornar dependente”, conclui o especialista.
Fonte: Gazeta Press e http://www.alcoolismo.com.br

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

O Trabalhador não pode ser demitido por dependência química!

Você sabia? O Trabalhador não pode ser demitido por dependência química!

A dependência química é caracterizada pelo aparecimento de sintomas físicos e psicológicos negativos quando há descontinuidade do uso de certas substâncias psicoativas, lícitas ou ilícitas. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), em 2005 o abuso e dependência de substâncias psicoativas no Brasil atingia, de forma direta e indireta, mais de 50% da população.



Além de atingir pessoas de qualquer sexo e idade, a dependência química é considerada uma doença crônica – passível de controle, mas não de cura – e progressiva, porque tende a se agravar. Ela pode levar a outras enfermidades e se trata de uma doença biopsicossocial, que pode provocar alienação social, perda de emprego e separação de casais.

No trabalho, atrasos ou ausências podem ser manifestações de dependência química. Outra possibilidade é que o trabalhador compulsivamente consuma estas substâncias durante o expediente. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece que o empregado que apresentar estado de embriaguez (ou outras drogas) reincidente que prejudique suas tarefas pode ser dispensado por justa causa.

Para o presidente do Sindicato dos Empregados em Escritórios e Manutenção nas Empresas de Transportes de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Sindeesmat), Agisberto Rodrigues Ferreira Junior, “a empresa não pode tomar nenhuma medida sem antes verificar se é um quadro de dependência, ou se é uma prática eventual”.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também recomenda que seja feita uma análise cautelosa da situação em parceria com profissionais da área médica. Se constatado o quadro de dependência, o trabalhador não pode ser demitido, devendo ser afastado de suas atividades para realizar o tratamento de saúde.

O encaminhamento necessário nesses casos é para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e não deve se dar por qualquer forma punitiva. Do empregador, o trabalhador tem o direito de receber o pagamento dos primeiros 15 dias de afastamento. Depois disso, sua recuperação fica a cargo do sistema de saúde público, e ele passa a gozar do benefício previdenciário.

Relatório divulgado em 2008 pelo Ministério da Previdência Social revelou que, no país, uma pessoa é afastada do trabalho para tratar de dependência química a cada três horas. Entre as substâncias mais consumidas estão o álcool, a maconha, a cocaína e as anfetaminas. O tratamento é gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e mais informações podem ser obtidas gratuitamente pelo Disque Saúde (0800 61 1997).

Para Agisberto, “os dependentes químicos sofrem com o estigma no ambiente de trabalho. Para o Sindicato, é importante que esses trabalhadores recebam apoio médico e tratamento digno”.

Fonte: Sindeesmat

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Transtornos Psicóticos e a Dependência Química

Os transtornos psicóticos apresentam sintomas popularmente conhecidos como sinais da loucura tais como os delírios e as alucinações. A esquizofrenia é um exemplo de quadro psicótico.
A maconha pode adiantar o surgimento de esquizofrenia e psicoses. Recomendamos o artigo:

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Efeitos das Drogas Sintéticas

Imagem: banco de imagens google
As drogas sintéticas estão em alta no Brasil. Segundo o Escritório de Drogas e Crime das Nações Unidas (Unodc), entre 2008 e 2013, surgiram 350 novos tipos de drogas sintéticas no País. Batizadas por nomes esquisitos, como krokodil, pó de anjo e miau miau, essas drogas se juntam a outras mais antigas, como ecstasy e LSD, e causam preocupação nas autoridades sanitárias.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

A importância da família no tratamento do dependente químico

Imagem: Google

A família é fundamental para o sucesso do tratamento da dependência química. Pensar que tudo se resolverá a partir de uma internação ou após algumas consultas médicas é uma armadilha que não polpa a mais sincera tentativa de tratamento.