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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

O QUE É DEPENDÊNCIA QUÍMICA

A  dependência química é definida pela 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial da Saúde (OMS), como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
Se você ou alguém de sua família está enfrentando problemas como drogas, a Clínica Up Life pode ajudar!!!
Telefones de contato: (11) 4714-1079 / (11) 94377-7969

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Transtornos relacionados ao uso de álcool

O abuso, uso problemático de álcool e dependência são os transtornos comumente relacionados ao consumo de álcool. Embora comuns, são potencialmente letais, pois podem mimetizar e exacerbar as condições psiquiátricas individuais pré-existentes, podendo diminuir, em até 10 anos, a expectativa de vida das pessoas afetadas.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Os impactos do alcoolismo no meio familiar

A estrutura de uma família é baseada no bem-estar e na harmonia de todos aqueles que dela fazem parte. Quando um dos membros adoece, toda família se une para ajudá-lo na recuperação, porém, no caso de um dependente químico, essa cooperação é abalada, uma vez que, mesmo sem perceber, a família adoece junto, complicando muito mais o caso.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

O Trabalhador não pode ser demitido por dependência química!

Você sabia? O Trabalhador não pode ser demitido por dependência química!

A dependência química é caracterizada pelo aparecimento de sintomas físicos e psicológicos negativos quando há descontinuidade do uso de certas substâncias psicoativas, lícitas ou ilícitas. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), em 2005 o abuso e dependência de substâncias psicoativas no Brasil atingia, de forma direta e indireta, mais de 50% da população.



Além de atingir pessoas de qualquer sexo e idade, a dependência química é considerada uma doença crônica – passível de controle, mas não de cura – e progressiva, porque tende a se agravar. Ela pode levar a outras enfermidades e se trata de uma doença biopsicossocial, que pode provocar alienação social, perda de emprego e separação de casais.

No trabalho, atrasos ou ausências podem ser manifestações de dependência química. Outra possibilidade é que o trabalhador compulsivamente consuma estas substâncias durante o expediente. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece que o empregado que apresentar estado de embriaguez (ou outras drogas) reincidente que prejudique suas tarefas pode ser dispensado por justa causa.

Para o presidente do Sindicato dos Empregados em Escritórios e Manutenção nas Empresas de Transportes de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Sindeesmat), Agisberto Rodrigues Ferreira Junior, “a empresa não pode tomar nenhuma medida sem antes verificar se é um quadro de dependência, ou se é uma prática eventual”.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também recomenda que seja feita uma análise cautelosa da situação em parceria com profissionais da área médica. Se constatado o quadro de dependência, o trabalhador não pode ser demitido, devendo ser afastado de suas atividades para realizar o tratamento de saúde.

O encaminhamento necessário nesses casos é para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e não deve se dar por qualquer forma punitiva. Do empregador, o trabalhador tem o direito de receber o pagamento dos primeiros 15 dias de afastamento. Depois disso, sua recuperação fica a cargo do sistema de saúde público, e ele passa a gozar do benefício previdenciário.

Relatório divulgado em 2008 pelo Ministério da Previdência Social revelou que, no país, uma pessoa é afastada do trabalho para tratar de dependência química a cada três horas. Entre as substâncias mais consumidas estão o álcool, a maconha, a cocaína e as anfetaminas. O tratamento é gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e mais informações podem ser obtidas gratuitamente pelo Disque Saúde (0800 61 1997).

Para Agisberto, “os dependentes químicos sofrem com o estigma no ambiente de trabalho. Para o Sindicato, é importante que esses trabalhadores recebam apoio médico e tratamento digno”.

Fonte: Sindeesmat

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Transtornos Psicóticos e a Dependência Química

Os transtornos psicóticos apresentam sintomas popularmente conhecidos como sinais da loucura tais como os delírios e as alucinações. A esquizofrenia é um exemplo de quadro psicótico.
A maconha pode adiantar o surgimento de esquizofrenia e psicoses. Recomendamos o artigo:

terça-feira, 26 de julho de 2011

CONCEITO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Apesar de existir uma enorme variedade de explicações teóricas para as causas da dependência de álcool, nicotina e outras drogas, há um conceito unânime: dependência é uma relação alterada entre um indivíduo e seu modo de consumir uma substância. Essa relação alterada é capaz de trazer problemas para o seu usuário. Muitos indivíduos, porém, não apresentam problemas relacionados ao seu consumo. Outros apresentam problemas, mas não podem ser considerados dependentes. Por último, mesmo entre os dependentes, há diferentes níveis de gravidade.

Não é preciso ser dependente para ter problemas Portanto, buscar um conceito sobre dependência a substâncias psicoativas não se completa pela constatação de sua presença ou ausência. Mais do que saber se ela está lá, é preciso identificar e determinar seu grau de desenvolvimento. Além disso, é preciso entender como os sintomas observados são moldados pela personalidade dos indivíduos e pelas influências sócio-culturais.

O conceito atual dos transtornos relacionados ao uso de álcool e outras drogas rejeitou a idéia da existência apenas do dependente e do não-dependente. Existem, ao invés disso, padrões individuais de consumo que variam de intensidade e gravidade .

Não existe um consumo absolutamente isento de riscos. Quando este é comedido e cercado de precauções preventivas, é denominado consumo de baixo risco. Quando o indivíduo apresenta problemas sociais (brigas, faltas no emprego), físicos (acidentes) e psicológicos (heteroagressividade) relacionados estritamente àquele episódio de consumo, diz-se que tais indivíduos fazem uso nocivo da substância. Por fim, quando o consumo se mostra compulsivo e destinado à evitação de sintomas de abstinência e cuja intensidade é capaz de ocasionar problemas sociais, físicos e ou psicológicos, fala-se em dependência.

Critérios diagnósticos de uso nocivoSegundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uso nocivo é "um padrão de uso de substâncias psicoativas que está causando dano à saúde", podendo ser esse de natureza física ou mental. A intoxicação aguda ou 'ressaca', dependendo de sua intensidade, por si só, não é considerada dano à saúde. A presença da síndrome de abstinência ou de transtornos mentais relacionados ao consumo (p.e. demência alcoólica) exclui esse diagnóstico.

Critérios diagnósticos da dependênciaA dependência possui sinais e sintomas específicos. Portanto não se fala em intuição, tampouco em achismos quando se identifica alguém com problemas de dependência. De modo geral, há alguma perda do controle sobre o uso, associado com sintomas de abstinência e tolerância. Para evitar o surgimento de tais sintomas, os usuários passam a consumir a substância constantemente e a privilegiar o consumo a outras coisas que antes valorizava.

Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas) / NEAD - Núcleo Einstein de Álcool e Drogas do Hospital Israelita Albert Einstein

domingo, 12 de junho de 2011

MACONHA - A PORTA DE ENTRADA PARA OUTRAS DROGAS

Bom, hoje vou dar continuidade aos tipos de drogas mais utilizados. A maconha é a droga mais popular entre os adolescentes e normalmente é a primeira a ser experimentada. É barata e fácil de ser encontrada. E infelizmente, costuma ser a porta de entrada para outras drogas. Causa leva dependência e seu uso constante gera tolerância e leva a padrões de consumo cada vez maiores. Os sintomas da abstinência podem incluir irritabilidade, insônia, sudorese, náuseas e vômitos.

O QUE É MACONHA
É obtida a partir das flores e folhas secas da planta CANNABIS SATIVA, também conhecida como Cânhamo verdadeiro. Essas flores e folhas são prensadas e vendidas com uma espécie de fumo. Contém várias substâncias que tem efeitos psicoativos, sendo que a mais conhecida é o delta-9-tetrahidrocanabinol (THC). A maior concentração desta substância está nas flores fêmeas não germinadas.  Popularmente a maconha também é chamada de baseado, erva, marola, camarão, taba, fumo, beck, bagana, bagulho, cahimbo da paz, capim seco, erva maldita, etc. 

FORMA DE USO
A forma comum de utilização é enrolar o “fumo” em papel, fazendo uma forma de cigarro. Outra forma, é a utilização de cachimbos.  Nestas duas formas de utilização a maconha é fumada. Existe ainda a possibilidade de ingestão de maconha. Uma forma conhecida é o “bolonha”, que nada mais é do que um bolo feito com maconha.

TEMPO DE DURAÇÃO
O tempo do efeito depende do modo como a maconha é utilizada. Se for fumada, o THC vai rapidamente para o cérebro e o efeito dura aproximadamente 3 horas, sendo que o pico ocorre em 30 minutos. Se for ingerido, o efeito demora mais para iniciar (cerca de 1 hora), mas dura aproximadamente 12 horas.

EFEITOS
Os efeitos, logo após fumar o cigarro de maconha, podem ser diferentes dependendo da quantidade de THC, mas basicamente são:
- euforia, sonolência, sentimento de felicidade
- risos espontâneos, sem motivo algum
- perda de noção do tempo, espaço, etc
- perda de coordenação motora, equilibrio, fala, etc
- aceleramento do coração (taquicardia)
- perda temporária de inteligência
- fome, olhos vermelhos, e outras características
Quando a quantidade de THC for mais alta, podem-se somar os efeitos:
- alucinações, ilusões
- ansiedade, angústia, pânico
- impotência sexual
Os efeitos a longo prazo são muito mais danosos:
- maior chance de desenvolver câncer de pulmão
- bronquites
- sistema imunológico fragilizado
- tosse crônica
- arritimia cardíaca
- existe ainda a possibilidade de desenvolvimento de surtos psicóticos e em casos mais graves, quando há predisposição, o desenvolvimento da esquizofrenia
- o uso crônico pode levar a estados depressivos, ansiedade e síndrome apática amotivacional.