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sexta-feira, 6 de março de 2020

SINTOMAS DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Alguns dos sintomas da dependência química são:
    Desejo incontrolável de usar a substância,
    Perda de controle (não conseguir parar depois de ter começado),
    Aumento da tolerância (necessidade de doses maiores para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância).
Sintomas de abstinência:
    Sudorese
    Tremores
    Ansiedade quando a pessoa está sob efeito da droga
Se você ou alguém de sua família está enfrentando problemas com drogas a Clínica Up Life pode ajudar!!!

Telefones: (11) 4714-1079 / (11) 94377-7969 


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

FATORES DE RISCO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Determinadas características ou situações podem aumentar ou diminuir a probabilidade de surgimento e/ou agravamento de problemas com o álcool e outras drogas. Essas situações são conhecidas como fatores de risco e proteção.
No entanto, os fatores de risco não são necessariamente iguais a todos os indivíduos e podem variar conforme a personalidade, a fase do desenvolvimento e o ambiente em que estão inseridos. Entre eles, pode-se destacar:
    Fatores de risco: genética, transtornos psiquiátricos (ex: transtornos de conduta), falta de monitoramento dos pais, disponibilidade do álcool

    Fatores protetores: religião, controle da impulsividade, supervisão dos pais, bom desempenho acadêmico, políticas sobre drogas.

Se você ou alguém de sua família está enfrentando problemas com drogas, a Clínica Up Life pode ajudar!

Telefones: (11) 4714-1079 / (11) 94377-7969

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

CAUSAS DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

A dependência química é uma doença crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais. Muitos estudos buscam identificar características que predispõe um indivíduo a um maior risco de desenvolver abuso ou dependência. Em relação ao álcool, por exemplo, estima-se que os fatores genéticos expliquem cerca de 50% das vulnerabilidades que levam o indivíduo a fazer uso pesado de álcool - principalmente genes que estariam envolvidos no metabolismo do álcool e/ou na sensibilidade aos efeitos dessa substância, sendo que filhos de alcoolistas possuem quatro vezes mais riscos de desenvolverem alcoolismo, mesmo se forem criados por indivíduos não-alcoolistas. Além disso, fatores individuais e aspectos do beber fazem com que mulheres, jovens e idosos sejam mais vulneráveis aos efeitos das bebidas alcoólicas, o que o colocam em maior risco de desenvolvimento de problemas.
Se você ou alguém da sua família está com problemas a Clínica Up Life pode ajudar.
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Transtornos Psicóticos e a Dependência Química

Os transtornos psicóticos apresentam sintomas popularmente conhecidos como sinais da loucura tais como os delírios e as alucinações. A esquizofrenia é um exemplo de quadro psicótico.
A maconha pode adiantar o surgimento de esquizofrenia e psicoses. Recomendamos o artigo:

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Efeitos das Drogas Sintéticas

Imagem: banco de imagens google
As drogas sintéticas estão em alta no Brasil. Segundo o Escritório de Drogas e Crime das Nações Unidas (Unodc), entre 2008 e 2013, surgiram 350 novos tipos de drogas sintéticas no País. Batizadas por nomes esquisitos, como krokodil, pó de anjo e miau miau, essas drogas se juntam a outras mais antigas, como ecstasy e LSD, e causam preocupação nas autoridades sanitárias.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

ESPECIALISTAS SUGEREM MUDANÇAS NO COMBATE AO CRACK

Médicos pedem mais tempo de internação e ampliação da rede de apoio aos usuários.


Médicos ligados à luta contra o crack afirmam que os elevados índices de recaída e reinternação apontados por uma pesquisa gaúcha — quase 90% dos jovens voltam a fumar a pedra três meses após receber alta — reforçam a necessidade de aprimorar o método de tratamento no país.
Segundo especialistas, o sistema público ainda oferece poucos leitos, períodos curtos de internação e não consegue acompanhar o usuário após a alta para prevenir ou reverter eventuais recaídas. Um dos principais problemas, para o psiquiatra e ex-diretor do Hospital Psiquiátrico São Pedro Luiz Carlos Illafont Coronel são as "altas precoces" dos dependentes — geralmente, o período de internação autorizado pelo SUS é inferior a um mês.
— Na Inglaterra, se preveem internações de 30 a 90 dias para depressão grave, o que poderia servir como um parâmetro. Mas o ideal é que o prazo dependesse apenas da condição do paciente. O que se faz hoje é absurdo — afirma o psiquiatra.
Coronel afirma que, segundo levantamentos realizados no país, ao redor de um terço das mortes de usuários de crack são motivadas por altas antecipadas — por razões de saúde ou causas indiretas como envolvimento com a criminalidade ou traficantes. Outra dificuldade é a falta de leitos psiquiátricos — que já chegaram perto de 200 mil no país e hoje estão em 32 mil. Segundo um relatório elaborado por sete entidades médicas, o Estado perdeu 36,7% dos leitos de psiquiatria entre 1993 e 2013.
Em consequência, dependentes como o trabalhador autônomo Solon Santos da Silva Filho, 37 anos, recorrem a sucessivas internações e lidam com uma frequente falta de vagas. Ele está em seu quinto tratamento desde 2010: já passou por três internações em clínicas pelo SUS e está na segunda temporada em uma comunidade terapêutica, de Gravataí. Nas clínicas, conseguiu ficar no máximo um mês, o que considera "muito pouco". Também precisou superar obstáculos para garantir leito:
— Na minha segunda internação, tive de recorrer a uma ordem judicial para conseguir vaga. Mesmo assim, não adiantou e recaí. Agora, já estou há oito meses e 10 dias na comunidade terapêutica — conta.
O presidente da Associação de Psiquiatria do Estado e conselheiro da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Carlos Salgado, afirma que é necessário investir em ações como medicina comunitária, que permita acompanhar o dependente fora do hospital, aumentar a oferta de leitos psiquiátricos e aprimorar o treinamento dos profissionais de saúde para lidar melhor com a epidemia da droga.


Fonte: Zero Hora - por Marcelo Gonzatto