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terça-feira, 18 de agosto de 2015

QUAIS SÃO OS TIPO DE INTERNAÇÃO AUTORIZADAS POR LEI???

De acordo com a Lei Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001, existem 3 tipos de internação:
- Internação Voluntária: 
Aquela que se dá com o consentimento do usuário, que reconhecendo o problema pede ajuda;
- Internação Involuntária:
Aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro, que tem que ser parente consangüíneo e com objetivo de preservação da vida. A internação involuntária somente será autorizada por médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina - CRM do Estado onde se localize o estabelecimento e deverá, no prazo de setenta e duas horas, ser comunicada ao Ministério Público. O término desta internação se dará por solicitação escrita do familiar, ou responsável legal, ou quando estabelecido pelo especialista responsável pelo tratamento.
- Internação Compulsória:
Aquela determinada pela Justiça. É determinada, de acordo com a legislação vigente, pelo juiz competente, que levará em conta as condições de segurança do estabelecimento, quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários.
Independente da modalidade que a internação é realizada o objetivo é conseguir, através de um acolhimento humanizado, que o paciente faça a adesão ao tratamento e durante o período possa reconhecer a necessidade da mudança de hábitos que prejuízos a sua saúde física, mental e social, reconhecendo que suas escolhas causam impacto também naqueles que vivem a seu redor.
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Fones: 11 4714-1079 / 7797-7969 / 94377-7969

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

DIZER NÃO É UM ATO DE AMOR

Na sociedade em que vivemos atualmente a permissividade tem se tornado cada vez mais evidente. Os pais tem cada vez mais dificuldades em impor limites e regras a seus filhos. O resultado é o que observamos: jovens sem limites e desajustados socialmente.
Temos uma geração de adolescentes e jovens que não sabem lidar com as frustrações e com os NÃOS que a sociedade lhes impõe, seja na escolha, na vida social ou no trabalho.
Essas habilidades que não foram desenvolvidas desde a infância tem como resultado o aumento exponencial do uso de álcool e drogas, além da criminalidade e da banalização de valores éticos e morais.
PAIS APRENDAM A DIZER NÃO A SEUS FILHOS ENQUANTO HÁ TEMPO, somente dessa maneira eles terão a oportunidade de desenvolver essas habilidades que serão essenciais para a formação de seu caráter e fundamentais para que tenham capacidade de fazer escolhas adequadas para seu futuro.
Se necessitarem de orientação ou aconselhamento, agende uma visita.
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domingo, 16 de agosto de 2015

DEPENDÊNCIA QUÍMICA E ALCOÓLICA É DOENÇA???

Há muita desinformação por aí sobre como ajudar um dependente químico. Algumas pessoas acreditam que vencer um vício é uma questão de força de vontade; basta afastar-se do entorpecente. Infelizmente, o vício é mais complexo do que só tratar o comportamento. Para ajudar um dependente em drogas ou álcool, é preciso entender que a dependência é uma doença crônica e uma batalha muito difícil de vencer. 
Não espere até que comportamento di dependente fique fora de controle de tal forma que não dê para consertar as relações com família e amigos. O ideal é o dependente procurar ajuda contra o vício antes de consequências graves, como perder o emprego, negligenciar entes queridos e se arruinar financeiramente.
Esteja preparado para agir com rigor se o dependente recusar tratamento, mas acima de tudo demonstre amor e também a preocupação que o uso de drogas ou álcool traz para a família e amigos e o quanto esse comportamento afeta a todos.
Neste ponto você já deve ter pesquisado e encontrado um local adequado para o tratamento..
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sábado, 15 de agosto de 2015

QUAL É A CAUSA DO USO DE DROGAS?

O que nós sabemos é que é uma equação, como se fosse um triângulo. A ponta do triângulo é a droga, uma coisa é usar tabaco, outra maconha e outra crack, que com o pouco uso acaba deixando o indivíduo dependente. Na outra ponta tem o indivíduo, uma pessoa depressiva, ansiosa, angustiada e frágil e a terceira ponta do triângulo está no ambiente onde a pessoa vive. Às vezes, o ambiente favorece o uso da droga em uma personalidade que é mais frágil e se a droga for mais forte. Por que a mesma droga deixa uma pessoa dependente e outra não, isso não se sabe. O que se sabe é quando mais cedo a pessoa começar usar a droga, maior são as chances de se tornar dependente. Escolher usar álcool ou droga e que tipo de droga, vai depender muito de pessoa para pessoa. É como se ela tivesse uma atração por exemplo, gosta de álcool e se dá bem com ele. Vai ver no álcool a sua principal fonte de escolha, mais do que o outro que gosta de cocaína. A pessoa que gosta da cocaína pode beber álcool mas não vai ser a sua vontade e o seu prazer. Existem pessoas que gostam de maconha, experimentam cocaína e não gostam. Isso são ligações que a pessoa faz a nível do cérebro, de neurorreceptores onde o contato químico daquela droga com aquele cérebro provoca aquela reação prazerosa.
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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O QUE ABSTINÊNCIA????

Síndrome é o conjunto de sinais e sintomas. Abstinência é a falta/ausência/diminuição/parada. Sendo aguda e aparece em horas/dias. Sendo demorada/tardia e aparece após meses/anos. Obs. - o álcool/cocaína são hidrossolúvel [eliminada em horas e vestígios de 1 a 2 dias] e a maconha é lipossolúvel [a droga se deposita na gordura e demora de 10 a l5 dias a ser eliminada e por esse motivo a síndrome é muito severa e prolongada]. Dependência da droga na forma psicológica e na forma física é a síndrome de abstinência, que é um termo/frase de fácil entendimento popular Dependência psicológica é vista como obsessão, ocorre na mudança da emoção,
Abstinência é um conjunto de sintomas, de agrupamentos e gravidade variáveis, ocorrendo na ausência relativa ou absoluta de uma substância, após seu uso repetido, prolongado e com altas doses. A abstinência pode ser complicada por convulsões e delirium. os sinais/sintomas psicológicos e emocionais são:
-Emocional: *ansiedade [o Dependente Químico é o dobro ansioso que a média da população], *alteração do humor [mudança brusca comportamento], *agressividade, *angústia, *irritabilidade, *tensão, *desorientação no tempo e no espaço, *paranóia [medo, perseguição, pânico], *depressão primária [o Dependente Químico gera problemas iguais ao doente psiquiátrico depressivo], *convulsões.
-Memória: *confusão mental, *concentração, *raciocínio, *lapsos de memória, *crise de identidade.
-*Sono alterado [insônia ou sono pesado], *sonhos aumentados [onde as angústias são resolvidas à fabricação de coisas boas e a esperança de acontecer], *pesadelo [geralmente com a drogradição]
Dependência física é vista como compulsão, ocorre a mudança física, os sinais/sintomas físicos são:
- *sudorese [suor aumentado], *cefaléia [dor de cabeça], *dores musculares, *câimbras, *tremores, *fadiga, *oscilação pressão arterial [alta ou baixa], *taquicardia [coração acelerado], *febre, *náuseas e *vômitos, *diarréia ou *intestino preso, *falta de apetite, *alucinações/delírios.

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CLÍNICA PARA TRATAMENTO DE DEPENDENCIA QUÍMICA E ALCOÓLICA UP LIFE

Fones: 11 4714-1079 / 7797-7969 / 94377-7969

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

CLÍNICA UP LIFE - REFERÊNCIA NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E ALCOÓLICA

A Clínica Up Life, atua há vários anos, em sede própria, localizada na cidade de São Roque/ SP.
Possui equipe multidisciplinar especializada, com ampla experiência no tratamento da dependência química e alcóolica. A Clínica Up Life oferece durante o tratamento o acompanhamento de psiquiatra, clínica geral, psicólogos, terapeutas, enfermagem, educadora física, conselheira em Dq, coordenadores, monitores e cuidadores.
Com uma proposta terapêutica individualizada e humanizada, busca atuar em todos os aspectos da doença. Por se tratar de um problema de múltiplos fatores é fundamental que o indivíduo receba atenção integral de suas necessidades físicas, emocionais e também espirituais.

Em uma estrutura moderna e acolhedora os pacientes recebem atenção 24 horas. O tratamento proposto tem duração mínima de 6 meses.

Para conhecer melhor nossas instalações assista o vídeo.


Se necessitar de maiores informações acesse o site:
Clínica Up Life
Fones: 11 4714-1079 / 7797-7969 / 94377-7969

QUAIS SÃO OS DESAFIOS PARA O TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Cada vez mais, governos e sociedades em todo o mundo concluem que a prioridade é desintoxicar, tratar e auxiliar os dependentes químicos a voltarem ao convívio social.
Entretanto, além das dificuldades de recuperação dos dependentes químicos, especialmente aqueles viciados em crack, o Brasil convive hoje com uma rede de tratamento para dependentes químicos pequena e precária e com profissionais pouco qualificados.
A complexidade do tratamento da dependência, doença crônica e grave, foi resumida no depoimento de Célio Luiz Barbosa, coordenador-geral dos Centros de Atendimento às Famílias da Fazenda da Paz na subcomissão do Senado.
“Tratar a dependência química não é apenas curar os efeitos que as drogas causam no indivíduo, é reorganizar o indivíduo por completo”, afirma.
O problema é agravado pela efetividade limitada das abordagens de tratamento para dependentes químicos, especialmente de cocaína e crack, discutidas pela comunidade científica e pela sociedade. Há décadas, se estudam e se buscam tratamentos eficazes.
Como o vício atinge todos os aspectos da saúde e da vida do dependente, a psiquiatra Alessandra Diehl e seus colegas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) enfatizam que “o paciente apresentará necessidades múltiplas e o tratamento deve ser preparado para oferecer um amplo conjunto de intervenções personalizadas”.
Às dificuldades do tratamento para dependentes químicos em si, intensificadas muitas vezes pela falta de apoio de famílias desarticuladas, soma-se um sistema público de saúde particularmente desaparelhado para tratar a dependência química e as doenças mentais.
Os médicos, no entanto, acusam a desarticulação do modelo, sem que nada seja oferecido em seu lugar. De acordo com parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil oferece 0,34% dos leitos que seriam necessários para sua população.
Outro problema detectado é a falta de preparo dos médicos para lidar com o dependente químico.
Para suprir essa carência, as clínicas terapêuticas, instituições privadas disseminadas por todo o mundo que oferecem especialmente tratamento para dependentes químicos, estão abrigando a maior parte dos pacientes em tratamento.
O problema, nesse caso, é a falta de regulamentação dessa atividade e, também, de apoio público às entidades que realizam um trabalho em acordo com as mínimas diretrizes e padrões legais.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Clínica de tratamento para Dependência Química e Alcoólica Up Life

A Clínica de tratamento para dependentes químicos e alcoólicos Up Life, está localizada na Estancia Turística de São Roque, no Estado de São Paulo.
Com localização privilegiada, a clínica para tratamento de dependência química e alcoólica Up Life oferece tratamento especializado, com equipe multidisciplinar composta de psiquiatra, psicólogo, terapeutas, enfermagem, socorrista, educadora física, nutricionista e conselheira.
A Clínica de tratamento para dependentes químicos e alcoólicos Up Life oferece diversos tipos de acomodações em 4 alas diferenciadas. Oferece também infraestrutura para lazer contando com quadra poliesportiva, 2 piscinas, academias, mesas de jogos e bosque para reflexão.
Para maiores detalhes sobre o programa terapeutico, fotos e localização acesse: www.clinicauplife.com.br ou ligue para 11 4714-1079 / 7797-7969 (plantão 24 horas).



ESPECIALISTAS SUGEREM MUDANÇAS NO COMBATE AO CRACK

Médicos pedem mais tempo de internação e ampliação da rede de apoio aos usuários.


Médicos ligados à luta contra o crack afirmam que os elevados índices de recaída e reinternação apontados por uma pesquisa gaúcha — quase 90% dos jovens voltam a fumar a pedra três meses após receber alta — reforçam a necessidade de aprimorar o método de tratamento no país.
Segundo especialistas, o sistema público ainda oferece poucos leitos, períodos curtos de internação e não consegue acompanhar o usuário após a alta para prevenir ou reverter eventuais recaídas. Um dos principais problemas, para o psiquiatra e ex-diretor do Hospital Psiquiátrico São Pedro Luiz Carlos Illafont Coronel são as "altas precoces" dos dependentes — geralmente, o período de internação autorizado pelo SUS é inferior a um mês.
— Na Inglaterra, se preveem internações de 30 a 90 dias para depressão grave, o que poderia servir como um parâmetro. Mas o ideal é que o prazo dependesse apenas da condição do paciente. O que se faz hoje é absurdo — afirma o psiquiatra.
Coronel afirma que, segundo levantamentos realizados no país, ao redor de um terço das mortes de usuários de crack são motivadas por altas antecipadas — por razões de saúde ou causas indiretas como envolvimento com a criminalidade ou traficantes. Outra dificuldade é a falta de leitos psiquiátricos — que já chegaram perto de 200 mil no país e hoje estão em 32 mil. Segundo um relatório elaborado por sete entidades médicas, o Estado perdeu 36,7% dos leitos de psiquiatria entre 1993 e 2013.
Em consequência, dependentes como o trabalhador autônomo Solon Santos da Silva Filho, 37 anos, recorrem a sucessivas internações e lidam com uma frequente falta de vagas. Ele está em seu quinto tratamento desde 2010: já passou por três internações em clínicas pelo SUS e está na segunda temporada em uma comunidade terapêutica, de Gravataí. Nas clínicas, conseguiu ficar no máximo um mês, o que considera "muito pouco". Também precisou superar obstáculos para garantir leito:
— Na minha segunda internação, tive de recorrer a uma ordem judicial para conseguir vaga. Mesmo assim, não adiantou e recaí. Agora, já estou há oito meses e 10 dias na comunidade terapêutica — conta.
O presidente da Associação de Psiquiatria do Estado e conselheiro da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Carlos Salgado, afirma que é necessário investir em ações como medicina comunitária, que permita acompanhar o dependente fora do hospital, aumentar a oferta de leitos psiquiátricos e aprimorar o treinamento dos profissionais de saúde para lidar melhor com a epidemia da droga.


Fonte: Zero Hora - por Marcelo Gonzatto

segunda-feira, 11 de março de 2013

EM 1 MÊS, 223 DEPENDENTES FORAM INTERNADOS EM SP

ARTUR RODRIGUES - Agência Estado

Em um mês, o Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), que faz parte do Programa de Enfrentamento ao Crack do governo paulista, registrou a internação de 223 dependentes da droga. Dessas, 17 foram involuntárias, mas contaram com a participação das famílias. Os pacientes estão sendo tratados em hospitais estaduais e em uma rede privada conveniada.


O governador Geraldo Alckmin avaliou os primeiros 30 dias como positivos."Tivemos 8.171 telefonemas, com orientação de famílias de todo Estado de São Paulo e acolhimento de 1.509", disse. Segundo ele, o serviço deve ser ampliado. "Estamos contratando mais leitos porque a demanda é grande", afirmou.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,em-um-mes-223-dependentes-foram-internados-em-sp,998808,0.htm

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Se você tem problema com drogas na família ou conhece alguém que precisa de ajuda acesse: www.clinicauplife.com.br